Estudo da consultoria mostra que subiu de 22% para 32% o número de gestores de empresas de mais de US$ 250 milhões que lidam com projetos digitais

O Gartner, Inc., empresa global de pesquisa e consultoria sobre tecnologia, aponta que a economia digital está de fato crescendo entre as empresas do mercado global. Segundo estudo da companhia, o número de líderes de empresas com receita igual ou superior a US$ 250 milhões que gerenciam negócios digitais cresceu de 22% em 2014 para 32% em 2015.

Para o estudo Digital Business 2015 foram entrevistados 304 executivos de empresas dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Austrália, entre maio e junho de 2015. O objetivo foi compreender como companhias e instituições captam, identificam e exploram as novas oportunidades que os negócios digitais oferecem.

Os investimentos em negócios digitais serão discutidos no Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, cuja edição brasileira acontece de 19 a 22 de outubro em São Paulo.

O cenário no horizonte apresenta grandes desafios. Saiba como gerenciar sua loja virtual para não sentir a crise nos rendimentos

Guiado por uma onda de recessão desenfreada, o Brasil segue rumo a uma estagnação ainda maior na economia. Nos últimos onze meses, o Banco Central promoveu sete altas seguidas na taxa básica de juros da economia brasileira, chegando a 14,25% ao ano - o maior patamar em nove anos.

No final do mês de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira registrou queda de 0,2% no primeiro trimestre de 2015, puxada pelo desempenho negativo do setor de serviços e da indústria, bem como pelo recuo do consumo das famílias e dos investimentos.

Spassu patrocina Fórum Internacional de Criatividade e Inovação em VitóriaVitória será a capital da criatividade nos dias 22 a 24 de setembro. A cidade vai sediar o Fórum Internacional de Criatividade e Inovação, reunindo grandes nomes.

A IDC estima que mais de 75% das empresas no mundo já tenham hoje alguma estratégia nesta plataforma ou têm planos para estarem lá em breve

Nos últimos anos temos ouvido muito falar em investimentos na “Nuvem” ou o seu termo equivalente em inglês “Cloud Computing”, sem às vezes conseguirmos ter a dimensão do volume e da velocidade envolvidos na transição para esta tecnologia.

Segundo a IDC, em 2015, serão investidos no mundo mais de US$ 2,1 trilhões em TI (hardware, software e serviços), representando um crescimento estimado de algo em torno de 3%. Boa parcela deste crescimento virá dos investimentos em cloud. A IDC estima que mais de 75% das empresas no mundo já tenham hoje alguma estratégia nesta plataforma ou têm planos para estarem lá em breve.

De acordo com recente pesquisa realizada pela IDC, a boa notícia para o canal neste tempo de transformação para a nuvem é que os clientes continuam interessados em comprar TI por meio do canal. As empresas, consideradas por eles como seus consultores de confiança, oferecem soluções de um número variado de fabricantes, permitindo assim a escolha da opção certa que atenda às suas necessidades. E, melhor, estes parceiros deverão continuar tendo a preferência de compra por parte dos clientes.

Dilma Rousseff sancionou a lei que revê a desoneração na folha de pagamento concedida a 56 setores da economia e aumenta as alíquotas incidentes sobre a receita bruta das empresas. Uma das indústrias que será impactada é a de tecnologia da informação.

A presidente vetou um trecho do projeto, que previa tributação diferenciada para o setor têxtil. A sanção e o veto estão publicados em edição extra do Diário Oficial da União.

A medida foi aprovada no dia 19 de agosto pelo Senado após meses de negociação e era a última medida do ajuste fiscal que dependia de aprovação do Congresso.

Criada em 2011 pelo governo, a renúncia fiscal atingiu, em 2014, cerca de R$ 22 bilhões. A desoneração trocava a contribuição patronal de 20% sobre a folha de pagamentos para a Previdência por alíquotas incidentes na receita bruta das empresas.

Com a sanção de Dilma, o governo aumentou as duas alíquotas atuais de 1% e 2% para, respectivamente, 2,5% e 4,5%. A mudança poderá resultar em uma arrecadação de cerca de R$ 10 bilhões.

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