Forrester reforça que, a partir do próximo ano, as empresas precisarão ser obcecadas por seus clientes. Veja o que fazer para se preparar

2016 será um ano de ação para as empresas. Será, também, o período em que as organizações colocarão suas estratégias em linha com as demandas de seus clientes – quer queiram, quer não. A boa notícia? Os times de tecnologia terão papel fundamental nesse contexto.

Em muitos casos, os gestores de TI liderarão o processo de transformação. Com base nisso, a Forrester listou o que enxerga como tendência para os negócios nos próximos dozes meses, e o que os CIOs devem fazer para estarem em linha com essas necessidades.

1. A personalização é o novo bar

O que isso significa: O nível e a qualidade dos “contextos de consumo” serão importantes para personalizar experiências, o que será um ponto determinante para quem quer ganhar “mindshare” e “share of wallet”.

Como a TI pode contribuir: Um passo apontado pela consultoria é livrar-se da desordem e perseguir uma abordagem tecnológica (realmente) estratégica para ganhar, servir e reter clientes. Nesse sentido, o departamento de TI terÁ que diminuir o foco na sustentação do legado e mirar adoção de ferramentas que potencializem o negócio.

2. Limitar a experiência do cliente (CX) destruirá resultados financeiros

O que isso significa: Empresas precisarão executar estratégias multidisciplinares de CX para otimizar a relação com seus consumidores e usuários.

Como a TI pode contribuir: Reforce conhecimentos em experiência do cliente e design thinking. Pense o desenvolvimento dos produtos de olho de TI com base nas necessidades dos usuários e consumidores. Fortaleça temas relativos a inteligência com base em dados; olhe para as oportunidades de aquisição de ativos de software complementares e que ajudem a criar sistemas que permitam transformar dados do cliente em ação.

Momentos de instabilidade são uma grande oportunidade para as companhias reconsiderarem seus investimentos

Em um cenário de crise econômica, que afeta não apenas o Brasil, mas vários países na América Latina e em outras partes do mundo, surge uma oportunidade para usar o que está na nossa natureza de latino-americanos: a capacidade de aguçar os sentidos, aproveitar nossa criatividade e visualizar oportunidades nos recursos limitados disponíveis. Ou, como gostam muito de dizer os diretores da área financeira das empresas, “fazer mais com menos”. Para isso, é necessário deixar para trás os preconceitos e ideias que só servem para manter a imobilidade. A crise pode ser justamente o momento de ruptura que provoca mudanças e cria novas oportunidades de inovação. Como?

Nos últimos anos, certos fatores como a maturidade (que está avançando aos poucos nas organizações na América Latina), consideráveis avanços tecnológicos na capacidade de computação e novas abordagens comerciais permitiram que muitas organizações na região conseguissem repensar a sua estratégia de seleção e investimento, alcançando grandes benefícios em sua competitividade e rentabilidade como uma empresa. Veja, abaixo, algumas das práticas realizadas pelas áreas de tecnologia e negócios de empresas que conseguiram usar a crise para melhorar a sua estratégia de segurança de TI na América Latina:

Momentos de instabilidade são uma grande oportunidade para as companhias reconsiderarem seus investimentos

Em um cenário de crise econômica, que afeta não apenas o Brasil, mas vários países na América Latina e em outras partes do mundo, surge uma oportunidade para usar o que está na nossa natureza de latino-americanos: a capacidade de aguçar os sentidos, aproveitar nossa criatividade e visualizar oportunidades nos recursos limitados disponíveis. Ou, como gostam muito de dizer os diretores da área financeira das empresas, “fazer mais com menos”. Para isso, é necessário deixar para trás os preconceitos e ideias que só servem para manter a imobilidade. A crise pode ser justamente o momento de ruptura que provoca mudanças e cria novas oportunidades de inovação. Como?

Nos últimos anos, certos fatores como a maturidade (que está avançando aos poucos nas organizações na América Latina), consideráveis avanços tecnológicos na capacidade de computação e novas abordagens comerciais permitiram que muitas organizações na região conseguissem repensar a sua estratégia de seleção e investimento, alcançando grandes benefícios em sua competitividade e rentabilidade como uma empresa. Veja, abaixo, algumas das práticas realizadas pelas áreas de tecnologia e negócios de empresas que conseguiram usar a crise para melhorar a sua estratégia de segurança de TI na América Latina:

A Spassu foi eleita a melhor empresa no ranking das 200 Maiores Empresas no Espírito Santo. O prêmio é resultado da análise das demonstrações contábeis enviadas pelas empresas. Não é, portanto, uma escolha arbitrária do IEL ou da Findes. As melhores empresas despontam pelo sucesso que obtiveram em relação às concorrentes participantes da edição 2014, utilizando-se como critério a comparação dos resultados em termos de crescimento, rentabilidade, saúde financeira e produtividade por empregado.

A metodologia consiste na atribuição de pontos pelo desempenho das empresas em cada indicador – 10 para o primeiro lugar, 9 para o segundo, e assim sucessivamente até a décima empresa, que recebe um ponto. Em seguida, os pontos são multiplicados pelo peso que é atribuído a cada indicador. A escolha da “Melhor Empresa 2014” não está fundamentada em competências na atuação das organizações em seus respectivos mercados, e a classificação não é segregada por setor de atividade. Embora o objetivo seja analisar de forma integrada os indicadores de desempenho, a seleção do conjunto de indicadores que são considerados na avaliação e seus respectivos pesos é determinada de maneira subjetiva.

Nova edição do Relatório de Ameaças Avançadas para América Latina coloca Peru e México respectivamente em segundo e terceiro lugares

A FireEye, empresa global de segurança de TI, liberou a nova edição do seu Relatório de Ameaças Avançadas para América Latina, com uma visão geral dos ataques avançados detectados nas redes de computadores do Brasil, Peru, Chile, México e Argentina durante o primeiro semestre de 2015.

O Brasil continua sendo o país mais atacado da América Latina, seguido por Chile e México. Peru e Argentina ocupam o 4° e 5° lugares, respectivamente. Desde o ínicio do ano, a FireEye verificou um aumento significativo no número de ataques na AL.

Segundo a empresa, 96% das organizações, globalmente, estão sendo atacadas sem saberem, pois os atacantes se utilizam de várias técnicas avançadas que cada vez mais ultrapassam as barreiras dos produtos tradicionais de segurança.

“O crime cibernético continua a representar uma ameaça para indivíduos e organizações na América Latina ao passo que a população se torna cada vez mais conectada à Internet, e os sistemas bancários e de pagamento online são mais difundidos” constata Robert Freeman, diretor sênior da FireEye para a América Latina.

Página 71 de 74